Durante o 24º Fórum Empresarial do Lide, realizado no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (22), André Mendonça afirmou que o respeito, e não o medo, deve ser o critério de avaliação da atuação de um juiz. A fala de Mendonça ocorre num momento em que o aparato judicial tem sido distorcido pela esquerda para intimidar adversários políticos e sufocar opiniões dissidentes.
Ao abordar o papel do Judiciário, Mendonça ressaltou que as decisões dos juízes precisam promover a paz social, evitando gerar caos, incertezas ou insegurança jurídica. Ele explicou que o Estado Democrático de Direito exige que a racionalidade e a legalidade, e não interesses ideológicos ou pessoais, guiem os processos. “É o Estado onde a racionalidade deve estar presente”, declarou. “Onde a lei e a racionalidade funcionam como um fator de estabilidade, e não de crise”.
O posicionamento de Mendonça contrasta com o clima atual instaurado por figuras do Judiciário que, em vez de cultivar respeito por suas decisões, se impõem por autoritarismo e medo, usando o cargo como ferramenta de controle político. Essa mentalidade tem sido abraçada pela esquerda, que aplaude decisões arbitrárias desde que sirvam à sua agenda.
OPINIÃO: Quando um juiz fala em respeito e racionalidade num Estado dominado por decisões judiciais baseadas em militância ideológica, soa quase como um ato de rebeldia. Enquanto a esquerda grita por “democracia”, faz questão de torcer as regras para que sirvam apenas aos seus aliados — porque justiça de verdade, essa sim, os apavora.







