A mais recente manifestação oficial do Itamaraty sob o comando de Lula escancara o viés distorcido da política externa atual. Em nota pública, a chancelaria brasileira voltou a atacar Israel e, deliberadamente, omitir qualquer menção ao terrorismo praticado pelo Hamas. O texto, cuidadosamente elaborado para livrar o grupo jihadista de qualquer responsabilidade, insulta as vítimas do massacre de 7 de outubro ao ignorar os crimes perpetrados contra civis inocentes.
A conduta não pode ser explicada por simples incompetência diplomática. Trata-se de uma diretriz ideológica muito bem definida. Lula, alçado ao poder por um arranjo entre o STF e o governo de Joe Biden — fato já denunciado por Mike Benz, ex-membro do Departamento de Estado dos EUA —, substituiu a defesa de princípios civilizatórios por militância revolucionária antissionista. Ao relativizar os atos do Hamas e atacar Israel com acusações absurdas, Lula distorce a memória do Holocausto, reduzindo um dos maiores crimes da história a uma pauta sindical eleitoreira.
O método adotado pelo governo segue à risca os velhos manuais da propaganda comunista: inverter a lógica moral para transformar terroristas em vítimas e democracias em vilãs. O Hamas, conhecido por seus atentados, estupros e decapitações, é retratado pelo petismo como um grupo de resistência legítima. Enquanto isso, Israel — único país democrático da região e refúgio do povo judeu após o genocídio nazista — é comparado ao próprio nazismo. Essa inversão grotesca revela a verdadeira natureza do discurso lulopetista: um projeto de mentira institucionalizada.
Por trás dessa pornochancelaria está Celso Amorim, há tempos o cérebro por trás da diplomacia petista. Ao lado do apagado Mauro Vieira, Amorim é o articulador de uma política externa que envergonha o Brasil. Com um discurso anacrônico e alinhado a ditaduras, o ex-chanceler representa a decadência moral da esquerda nacional, mistura tóxica de rancor ideológico e culto ao fracasso autoritário internacional.
A diplomacia brasileira, outrora respeitada, foi reduzida a um instrumento de promoção do revisionismo histórico e da propaganda antiocidental. O Itamaraty de hoje não fala em nome do Brasil, mas de uma máquina ideológica obcecada em exaltar terroristas e atacar Estados democráticos. Quando um governo exalta o Hamas e insulta Israel, ele não está se posicionando em diplomacia alguma — apenas expondo sua falência ética e moral.
OPINIÃO: A política externa de Lula deixou de ser diplomacia para virar culto ideológico: hostil a Israel, cúmplice do Hamas e guiada por cartilhas marxistas ultrapassadas. Escalaram militantes de esquerda que confundem panfleto com política séria.






