Em um evento realizado pouco antes da inauguração de uma montadora chinesa no interior de São Paulo, Geraldo Alckmin tentou defender o governo de esquerda após críticas comerciais feitas pelos Estados Unidos. O vice afirmou que o Brasil é um “bom parceiro”, contrariando a declaração do governo de Donald Trump, que classificou o país como um “péssimo parceiro comercial”.
Alckmin integra a ala do governo que tenta convencer os Estados Unidos a reverter tarifas de importação impostas aos produtos brasileiros. Em suas declarações, atacou as medidas americanas, chamando-as de “injustas e incompreensíveis”, e insistindo que “dos dez produtos que os Estados Unidos mais exportam para o Brasil, oito têm tarifa zero”.
A incoerência surgiu quando, ao mesmo tempo em que criticava o presidente Donald Trump — cujo governo protege a economia americana — Alckmin se mostrava confortável em exaltar a China, rival direta dos EUA e tida como principal compradora dos produtos brasileiros. A bajulação à ditadura comunista asiática seguiu o padrão diplomático frouxo e subserviente adotado pela atual administração.
OPINIÃO: Enquanto a esquerda brasileira ataca quem defende seu próprio povo — como faz Trump — corre para agradar regimes autoritários como o da China, como se dependência econômica significasse amizade. Querem respeito sem postura, influência sem força e parceria sem reciprocidade. É assim que entregam o país, sem orgulho e sem estratégia.







