Advogado contesta estratégia do STF contra Bolsonaro e denuncia perseguição política.

, ,

O advogado Jeffrey Chiquini classificou como um “jogo de cartas marcadas” o julgamento movido pelo Supremo Tribunal Federal contra Jair Bolsonaro e aliados, a partir da acusação de suposto “plano golpista”. A declaração foi feita durante entrevista à Revista Oeste, na qual Chiquini denunciou a condução do processo como instrumento de perseguição política.

Responsável pela defesa de Filipe Martins, ex-assessor especial de Bolsonaro, Chiquini afirmou que não vê possibilidade de absolvição real no atual cenário, onde, segundo ele, o objetivo claro é destruir o adversário político. “É um processo aberrante”, declarou o advogado. “Foi criado para dar uma aparente legitimidade à perseguição política.”

O advogado apontou ainda que o uso do processo judicial se tornou o método preferido da esquerda para eliminar opositores, ao invés de atingi-los fisicamente. “Não conseguiram matar Bolsonaro com uma facada, então, inventaram esse processo para matá-lo em vida jogando-o atrás das grades”, afirmou com contundência.

Chiquini prevê também que a divergência aberta por Luiz Fux pode arrastar o julgamento até 2027. Fux já demonstrou discordância em relação ao relator, Alexandre de Moraes, o que pode levar o caso ao plenário do STF. Segundo o advogado, cinco dos onze integrantes da Corte ainda não analisaram o processo.

O processo, segundo o defensor, possui um volume de 78 terabytes, o que se traduz em cerca de um bilhão de páginas. “Não tem como analisar um bilhão de páginas em uma semana”, pontuou. A extensão do material reforça a necessidade de tempo para análise minuciosa, colocando em xeque a pressa de Alexandre de Moraes em concluir o julgamento.

A estratégia apressada, conforme Chiquini, pode ser frustrada se o caso for de fato levado ao plenário, obrigando o STF a respeitar os trâmites jurídicos e reanalisar o conteúdo de forma adequada, mesmo diante da prévia orientação política de alguns ministros.

Os réus da investigação, que inclui Bolsonaro e nomes como Alexandre Ramagem, Almir Garnier Santos, Anderson Torres, Augusto Heleno, Mauro Cid, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto, apresentaram suas alegações finais ao STF no último dia 13.

OPINIÃO: A esquerda aprendeu que não precisa de tanques quando controla a justiça. Com um tribunal alinhado, até bilhão de páginas vira fumaça e a justiça se transforma em encenação para encobrir mais uma perseguição contra quem ousa resistir ao sistema.

Inscreva-se na nossa newsletter e fuja da narrativa da velha imprensa — receba fatos sem filtro.

Receba e-mails diários e fuja do que a velha imprensa tenta esconder. Entregamos fatos, análises e a verdade sem filtro, direto na sua caixa de entrada.

Liberdade Nacional.

Aqui você lê o que eles tentam calar. Opinião com coragem, dita com firmeza e sem filtro. Somos conservadores, de direita, e não negociamos com a esquerda nem aceitamos relativismos. A verdade não precisa de permissão — ela só precisa ser dita.



Descubra mais sobre Liberdade Nacional

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading

Assine a nossa newsletter e fuja da narrativa da velha imprensa — receba fatos sem filtro.

Receba e-mails diários e fuja do que a velha imprensa tenta esconder. Entregamos fatos, análises e a verdade sem filtro, direto na sua caixa de entrada.

Continue lendo 🠗