Lula rasteja diante de ditadores, agride democracias e condena o Brasil a um desastre histórico no comércio exterior.

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Em meio à deterioração das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, Lula divulgou um vídeo nas redes sociais no qual aparece plantando uma muda de uva no jardim do Palácio da Alvorada. Sem qualquer proposta prática, limitou-se a um apelo simbólico e populista direcionado a Donald Trump, afirmando estar “plantando comida, não violência e ódio”.

A publicação ocorre pouco depois de o governo americano impor duras tarifas de importação sobre produtos brasileiros, com sobretaxas que chegaram a 50% e já estão em vigor desde o início do mês. Diante da ausência de diálogo oficial, Lula optou por um gesto performático, enquanto as críticas de ambos os lados aumentam e continuam sem que haja qualquer contato formal entre os dois líderes.

Ajoelhado ao lado de um canteiro, Lula discursou como se estivesse em um programa de auditório, afirmando: “Eu estou plantando comida e não plantando violência e plantando ódio”. A encenação culmina com o petista se dirigindo diretamente a Trump: “Espero que um dia a gente possa conversar, presidente Trump, para o senhor aprender a qualidade do povo brasileiro”.

Em vez de apresentar soluções concretas para a crise tarifária, Lula ampliou o convite a Trump para visitar o Palácio da Alvorada, num discurso recheado de clichês sobre samba, carnaval e futebol. Disse ainda que o Brasil “gosta dos Estados Unidos, da China, da Rússia, do Uruguai e da Venezuela”, misturando democracias e ditaduras como se fossem a mesma coisa.

Ignorando a gravidade do problema econômico, Lula sugeriu que, caso a exportação seja dificultada pelas tarifas americanas, a produção de uva seja destinada à merenda escolar: “Não adianta o presidente Trump taxar a nossa uva, porque, se for necessário, ela vai para merenda escolar, sobretudo porque é uma uva sem semente”.

Especialistas em comércio internacional avaliam que o Brasil está ficando isolado e errático nas tratativas com potências econômicas. O flerte insistente com regimes autoritários e o desprezo por medidas práticas em prol da livre iniciativa colocam o país em rota de colisão com seus principais parceiros comerciais.

OPINIÃO: Lula continua tratando problemas sérios como se estivesse em programa de variedades. Em vez de revisar sua política internacional desastrosa, o petista prefere plantar mudas e distribuir discursos dignos de palanque. Pior ainda: acha que samba e uva sem semente vão convencer Trump a ignorar o desastre comercial causado por sua diplomacia amadora.

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